História

A história do Instituto Nacional de Saúde começa em 1955, com a fundação do então Instituto de Investigação Médica de Moçambique.

1955–1975: fundação e transição

Em 1970, a instituição passou a designar-se Instituto Provincial de Saúde Pública. Durante o Governo de Transição adoptou a designação Instituto Nacional de Saúde Pública e, após a independência, em Agosto de 1975, tornou-se Instituto Nacional de Saúde.

Nessa fase, os laboratórios de Malária e Parasitologia constituíam o núcleo de investigação de doenças endémicas no país.

1980–2004: consolidação científica

Em 1980, o INS passou a responder directamente ao Ministro da Saúde, apoiando diferentes programas do sector e formando quadros nacionais. A instituição destacou-se em estudos sobre hepatite B e no diagnóstico dos primeiros casos de HIV em Moçambique.

Na década de 1990 foram criados mecanismos de assessoria técnico-científica e novas unidades de investigação. Em 2004 foi aprovado o primeiro Estatuto Orgânico do INS.

2010 à actualidade

Com o primeiro Plano Estratégico 2010–2014, o INS reforçou a produção de evidências para apoiar políticas de saúde e iniciou a transição para uma estrutura matricial. A sede institucional foi construída em 2014.

Em 2018, um novo Estatuto Orgânico consolidou o INS como entidade de gestão, regulamentação e fiscalização da geração de evidência científica em saúde, com autonomia administrativa e técnico-científica.

Directores do INS

  • 1977–1983: Jorge Cabral
  • 1983–1989: João Schwalbach
  • 1989–1992: Jorge Barreto
  • 1992–1997: Rui Gama Vaz
  • 1997–2000: Martinho Dgedge
  • 2000–2001: Adelaide Bela Agostinho
  • 2001–2009: João Fumane
  • 2009–2022: Ilesh Jani
  • 2023 à actualidade: Eduardo Samo Gudo Jr.